Creches e escolas municipais de Catanduva (SP) enfrentam um surto da doença mão-pé-boca. Em uma semana, 14 casos da doença foram registrados.

Segundo a Secretaria da Saúde, ações de orientação e prevenção da doença foram implantadas, como a limpeza das escolas e a indicação do isolamento da criança em casa por pelo menos sete dias.

A síndrome é comum na infância, antes dos cinco anos. O nome da doença se deve ao fato de que as lesões aparecem mais em mãos, pés e boca.

“É uma doença benigna na maioria das vezes, mas incomodativa. Geralmente ela vem acompanhada de febre, que dura até dois dias, em seguida os sinais característicos da doença, que são bolhas na palma da mão, nos dedos, boca, cavidade oral e nos pés, é uma característica da doença”, explica o infectologista Ricardo Santaella.

Segundo o infectologista, as bolhas lembram herpes e catapora, mas são localizadas e incomodam a criança por causa da dor, principalmente para se alimentar.

“É uma doença viral. A transmissão se dá de forma fecal-oral, então quem tem o vírus elimina pelas fezes. Já a gente adquire digerindo o vírus, como por exemplo no caso da diarreia infecciosa e hepatites, e é altamente transmissível.”

Fonte: G1 RioPreto

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