A pandemia de Covid-19 piorou a vida financeira de quase metade dos tomadores de crédito enquadrados nas faixas de renda das classes C e D no Brasil, segundo pesquisa realizada pela SuperSim com quase 3,9 mil pessoas entre clientes e ex-clientes da fintech. No total, 48% dos entrevistados disseram que a pandemia prejudicou a estabilidade financeira, enquanto 42% informaram que permaneceram na mesma condição de antes. Entre todos os respondentes, ninguém afirmou ter melhorado de vida durante o período. Em relação ao motivo de terem contraído empréstimo, 16% afirmaram que precisavam pagar contas ou dívidas, enquanto outros 13% disseram que iriam investir em seu próprio negócio.

A pesquisa se preocupou em entender também quais são os planos desses tomadores de crédito para depois da pandemia. 61,7% deles pretendem financiar um novo projeto com novos empréstimos por meio instituições financeiras. Para isso, eles pretendem quitar o valor emprestado num período entre seis meses e dois anos. No entanto, 38% entendem que só conseguirão uma parte do valor que almejam, ao mesmo em tempo em que 44% acham que nem mesmo o valor parcial vão obter.

Por essa razão, 58% optam pela segurança e dizem que querem manter seus empregos atuais depois que a pandemia acabar, enquanto apenas 33% possuem a intenção de empreender. "É possível perceber, a partir dos números, uma grande insegurança das pessoas com a economia e com o mercado de trabalho atual. Quase não houve quem respondesse que deve procurar um novo emprego depois da pandemia", diz o economista e CEO da SuperSim, Antonio Brito. Ele salienta que o conceito 'fim da pandemia' é relativo para o público entrevistado.

Segundo 55%, a volta à vida normal se refere à maioria da população estar vacinada, enquanto 29% entendem que a situação só será de fato superada com a descoberta de um medicamento efetivo contra a covid-19. Para 19%, será possível dizer que tudo passou quando os hospitais estiverem com níveis normais de internação e, para uma parcela de 15%, tudo só terá fim com a erradicação total da doença.

"Os entrevistados estão ansiosos para o fim da pandemia para voltar a fazer coisas corriqueiras, como viajar a lazer ou para visitar parentes, apontado como prioridade por 29%, ou voltar a praticar atividades físicas em academias ou áreas públicas, item mencionado por 25%. Por essas respostas, temos uma ideia de como toda esta situação impactou a vida dos nossos clientes", comenta Daniel Shteyn, chairman da empresa.

Perfil do entrevistado

Segundo a pesquisa, os clientes SuperSim são jovens, com idade entre 26 a 45 anos. Eles representaram 71% das respostas. Na sequência, aparecem as pessoas de 46 a 65 anos, 22%. Outros 5% estão entre 18 e 25 anos e 73% dos respondentes possuem pelo menos 1 filho.

A renda familiar encontra-se na faixa de 2.500 a 4.000 reais, representada por 31,4% dos respondentes, seguido pelo público que tem uma renda acima de 4.000 reais, com, com 21%. Mais da metade, 51% dos entrevistados, sustenta a família sozinha.

Apenas 23,5% possuem veículo próprio e 24,7% possuem residência própria. Destes, porém, somente 15,8% estão com o carro quitado e 38% já terminaram de pagar sua casa.

Fonte: Assessoria de imprensa - Deal Comunicações

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