Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), órgão ligado ao Ministério da Economia, revelam que Catanduva encerrou 2019 com 1.194 trabalhadores com carteira assinada a mais com relação a 2018. Trata-se do maior saldo de empregos em 7 anos.O levantamento foi divulgado nesta sexta-feira, 24.

O maior volume de contratações ficou para o setor de serviços, responsável por inserir 685 pessoas no mercado de trabalho. Na sequência, aparece a construção civil com 280 trabalhadores e, em terceiro, a agropecuária, com 255. O comércio garantiu 39 vagas e o serviço de indústria de utilidade pública ficou com 10.

No ano passado, apenas dois setores tiveram baixas: a Indústria de Transformação, com 56 empregos a menos, e a Administração Pública, com 19 desligamentos, fruto também das medidas para a contenção de gastos do governo municipal.

De acordo com os dados divulgados, apesar de o mês de dezembro ter fechado no vermelho, seguindo a tendência estadual e nacional, a retração não impediu que o município tivesse o seu melhor desempenho na geração de empregos desde 2012.

“Estamos na expectativa das contratações da Havan e do Muffato, que devem gerar cerca de 500 novas vagas. Aliado às vagas geradas durante as obras, bem como outras advindas do crescimento das empresas já existentes, fruto da retomada de crescimento de nosso país, esse crescimento deve fazer um ano de 2020 de bastante desenvolvimento e emprego para Catanduva”, afirma o secretário de Desenvolvimento, Emprego e Relação de Trabalho, Fabio Rinaldi Manzano.

Números

Em análise feita pela Secretaria de Desenvolvimento, Emprego e Relação de Trabalho (Semdert), após anos de desempenho negativo, as 1.194 vagas geradas em 2019 demonstram que Catanduva está retomando seu crescimento. Nos três últimos anos, inclusive, o total de vagas acrescidas ao mercado chega a 1.293.

Nos quatro anos anteriores, entre 2013 e 2016, somando-se as vagas eliminadas, Catanduva desempregou o alarmante número de 6.550 pessoas. Em 2013, o município perdeu 969 vagas e, em 2014, 1.261. Já em 2015, foram eliminadas 2.793 vagas do mercado de trabalho. E, por fim, em 2016, 1.527 vagas a menos.

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