No mês de março, quando é celebrado o Dia Internacional da Mulher, cabe lembrar que cada direito outorgado à população feminina, na meta prioritária e inegociável de promover a igualdade de gênero, resulta de uma longa trajetória de mobilizações sociais, debates públicos e construção institucional.

Quando olho para trás e penso em como tudo começou, lembro que não existia um grande plano estruturado. O que existia era a convivência diária com a realidade da periferia de São Paulo e uma certeza que sempre me acompanhou: a educação é a ferramenta mais poderosa para transformar vidas.

No Brasil, a utilização de Inteligência Artificial na saúde apresenta uma tendência de crescimento entre os hospitais privados, considerando que 82% das instituições já disponibilizam recursos ou soluções de IA para processos pré-estabelecidos. Isso é um indicativo de que o setor vem se atualizando cada vez mais e buscando inovações para elevar a qualidade no atendimento aos pacientes, do diagnóstico ao tratamento, ao mesmo tempo que otimizam fluxos de trabalho e processos internos nas organizações.

O caso do Banco Master, em evidência desde novembro do ano passado, no noticiário nacional, vai muito além de um episódio isolado envolvendo um empresário e uma instituição financeira.

Nos últimos dois anos, a inteligência artificial se tornou sinônimo de chatbots, textos automáticos e imagens criadas em segundos.

Há sabedoria quando o educador Janusz Korczak fala sobre "acordar a alma que está dormindo". Por muito tempo, a nossa sociedade — engessada por um capacitismo estrutural e por uma visão higienista de gestão — preferiu manter adormecidas as almas daqueles que não se encaixam em seus moldes padronizados.

Existe um paradoxo na gestão condominial que ainda confunde síndicos e moradores: os condomínios mais eficientes costumam ser aqueles que mais investem. Ainda assim, no longo prazo, são justamente esses que gastam menos.

A discussão sobre cidades inteligentes deixou de ocupar o campo das tendências tecnológicas para assumir uma dimensão estratégica e urgente. O debate já não diz respeito apenas da incorporação de inovação digital à gestão pública, mas à própria capacidade das cidades responderem à pressões demográficas, climáticas, sociais e econômicas que se intensificam ano após ano. Ignorar essa situação significa, na prática, comprometer competitividade, sustentabilidade e qualidade de vida.

Apesar dos avanços legislativos e do aumento do debate público, a desigualdade de gênero no ambiente de trabalho permanece como um dos principais desafios do mercado brasileiro.

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